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Alimentando Patos

by Pedro Silveira (2018-11-12)


Num dos galpões, Migrantino vê um rapaz que parecia ser africano, cuidando de seus patos. Era uma cidadezinha tipicamente ingleza no litoral nordeste da inglaterra, bem parecida com as cidades do interior do brasil. Pelo jeito era novato, pois ele e pato estavam quase no fim do sexto assalto e pato estava lhe dando uma surra, sobre olhar dos outros duzentos e quarenta e nove patos que sem sombra de dúvidas apostavam no seu colega que certamente iria vencer facilmente a luta provavelmente por knoàckout. Durante a viagem <a href="https://frigideirasemoleo.com">frigideira super chef titanium</a> ele podia lembrar ainda de Carlos ao lhe dizer do emprego na fazenda de patos e ingenuamente se imaginando sentado em um banquinho jogando milhos para os patinhos. Mas Migrantino não tinha mais dúvidas que a raiz do problema estaria no preparo da pessoa em si e não de qual região ela procedia. Quando estes duzentos e cinquenta patos estivessem prontos para abate, ai viriam outra turma de duzentos e cinquenta. Sim, parece que não é bem uma fazenda de gado, mas acho que serviço lá é para alimentar patos, especula Carlos.

Estas pessoas quando saíam de suas cidades, geralmente do interior do Brasil central, quase a totalidade delas não experiemntaram nenhuma experiência fora de suas casas quando no Brasil, no máximo, já teriam ido a uma festa de peão de boiadeiro na cidade vizinha num fim de semana. Como ele notara, os brasileiros que alí chegavam, em sua grande maioria eram jovens, pessoas simples, sem nenhuma experiência de vida, nenhum preparo para se relacionar com as pessoas e muito menos comandar alguém. Já cogitava, sileciosamente, que negócio ele abriria no Brasil (nesta época Migrantino era muito teimoso ainda). Iria ter uma vida mais simples numa fazenda do interior. Mais acima se localizava uma lagoa artificial, de onde sairia a água que alimentava a fazenda, que parecia mais uma pequena indústria do que propriamente uma fazenda. De onde estava, podia ver os 24 homens com seu 6.000 patos. Ele começara a perceber que problema maior das pessoas não era propriamente ganhar dinheiro, isto era reativamente fácil. Migrantino, como já tinha quase certeza que os animais também pensavam, depois de sua experiência com cachorro, resolveu não arriscar deixar Alex falar perto dos patos e lhe puxou para um canto à parte, sobre os olhares curiosos das aves.<img class='aligncenter' style='display: block;margin-left:auto;margin-right:auto;' src="https://i.ytimg.com/vi/N6IFjyr2898/hqdefault.jpg" width="555px" alt="frigideira super chef titanium,super chef titanium funciona,super chef titanium ,panela super chef titanium,super chef titanium não gruda,super chef titanium não usa oleo"/>

Lembrara que ouvira esta afirmação de alguém: "As pessoas que saem do Brasil para ir trabalhar em outro país geralmente são as piores, porque as melhores não tem motivos para sairem de lá". Segundo Carlos, estavam recrutando pessoal para trabalhar em uma fazenda no interior. Bom diante destas experiencias anteriores, a idéia de ir trabalhar em uma fazenda para alimentar patos, soava bem melhor, até que um dia ele encontra Carlos casualmente que lhe fala sobre trabalho novamente. São seis mil e duzentos e cinquenta patos dividos para vinte e cinco homens, no entando, cada um tem de alimentar duzentos e cinquenta patos, e não pode deixar nenhum morrer. Nas horas de descanso, Migrantino não conseguia pensar em nada que não incluísse patos. Mas serviço era demasiadamente pesado, pois tinha de fazer muita força e isso repetido todos os dias a princípio parecia uma tarefa quase impossível, e pensar novamente em sua rotina que teria de seguir, ficava ainda mais desanimado. No sudeste da inglaterra numa praia, onde através de alguém que tinha ouvido dizer que estavam precisando de um ajudante em um restaurante.

Num dos galpões, Migrantino vê um rapaz que parecia ser africano, cuidando de seus patos. Era uma cidadezinha tipicamente ingleza no litoral nordeste da inglaterra, bem parecida com as cidades do interior do brasil. Pelo jeito era novato, pois ele e pato estavam quase no fim do sexto assalto e pato estava lhe dando uma surra, sobre olhar dos outros duzentos e quarenta e nove patos que sem sombra de dúvidas apostavam no seu colega que certamente iria vencer facilmente a luta provavelmente por knoàckout. Durante a viagem ele podia lembrar ainda de Carlos ao lhe dizer do emprego na fazenda de patos e ingenuamente se imaginando sentado em um banquinho jogando milhos para os patinhos. Mas Migrantino não tinha mais dúvidas que a raiz do problema estaria no preparo da pessoa em si e não de qual região ela procedia. Quando estes duzentos e cinquenta patos estivessem prontos para abate, ai viriam outra turma de duzentos e cinquenta. Sim, parece que não é bem uma fazenda de gado, mas acho que serviço lá é para alimentar patos, especula Carlos.

Estas pessoas quando saíam de suas cidades, geralmente do interior do Brasil central, quase a totalidade delas não experiemntaram nenhuma experiência fora de suas casas quando no Brasil, no máximo, já teriam ido a uma festa de peão de boiadeiro na cidade vizinha num fim de semana. Como ele notara, os brasileiros que alí chegavam, em sua grande maioria eram jovens, pessoas simples, sem nenhuma experiência de vida, nenhum preparo para se relacionar com as pessoas e muito menos comandar alguém. Já cogitava, sileciosamente, que negócio ele abriria no Brasil (nesta época Migrantino era muito teimoso ainda). Iria ter uma vida mais simples numa fazenda do interior. Mais acima se localizava uma lagoa artificial, de onde sairia a água que alimentava a fazenda, que parecia mais uma pequena indústria do que propriamente uma fazenda. De onde estava, podia ver os 24 homens com seu 6.000 patos. Ele começara a perceber que problema maior das pessoas não era propriamente ganhar dinheiro, isto era reativamente fácil. Migrantino, como já tinha quase certeza que os animais também pensavam, depois de sua experiência com cachorro, resolveu não arriscar deixar Alex falar perto dos patos e lhe puxou para um canto à parte, sobre os olhares curiosos das aves.





ISSN: 1946-1879